segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Povo da Fúria - Cap 6 - Seq 2.

A taverna Crina de Grifo se encontrava em uma rua principal da grande cidade murada e protegida de Emmech. Situada no reino próspero de Aglarond e governado com sabedoria pela grande feiticeira Simbul. A cidade era uma das maiores, seguras e respeitadas de toda Faerun.
                O reino de Aglarond fazia divisas com Thay e o Mar das Estrelas cadentes, além de outros reinos é verdade. Mas eram estes o que costumeiramente mais preocupavam qualquer aglarondano. Principalmente Thay, o grande reino inimigo dos povos do leste. Aglarond era protegido de tantas e tantas formas possíveis e inimagináveis que seus inimigos muitas vezes mal conseguiam saber como um reino tão grande e vasto podia realmente existir.
                No entanto essas mesmas defesas que poderiam derrotar um grande exército, tinham suas falhas. Como em qualquer lugar, mestres de disfarces, poderiam passar despercebidos pelos portões e escapar aos olhos atentos de seus guardas.
                Nessa noite em frente a taverna de três andares, de construção gótica antiga, a chuva fria que antecedia a chegada derradeira do inverno caia de modo torrencial, relâmpagos cruzavam os ares por diversas vezes fazendo com que as pessoas esvaziassem as ruas. Talvez por isso as casas noturnas que abrigavam tantas pessoas estivessem tão cheias.
                Zylmir Mão Espelhada era um anão taciturno, gostava de companhia e adorava uma boa cerveja. Sua barba longa e ruiva frequentemente se mixava  com um caminho feito de pura cerveja que escorria por seus lábios. Limpando a barba com a palma de sua mão o anão soltou um longo e orgulhoso arroto. Seus olhos pesavam e ele estava tão feliz com o pagamento que recebera do delegado da cidade pela captura de um ladino perigoso que ele nem se importava com o aglomerado cada vez maior de pessoa que adentravam a taverna.  Volta e meia ele observava ao redor para conferir apenas se seu amigo encapuzado se encontrava próximo. Analisando a figura soturna e se certificando de que ele ainda se encontrava  a seu lado, o anão gritou por outra caneca de cerveja e alegremente bateu com o punho cerrado sobre o balcão fazendo tinir sua armadura reluzente de cor azulada.
                O martelo que caia das costas do incauto anão foi recolhido aquela noite pela octogésima vez por seu companheiro que com um suspiro pensava toda vez. “o que seria desse rabugento sem mim?”. Leonico Pêlo de Lince, acompanhava o anão havia um ano, ele tinha uma dívida de sangue para com o atacarrado amigo. Zylmir salvara o encapuzado da morte quando este fora surpreendido uma noite por um bando de ogros, rendido rapidamente. Para sua sorte os ogros não eram os únicos a vagar pelas florestas naquele dia. O anão os seguia de perto, era um caçador de recompensas e quando a oportunidade surgiu atacou suas vítimas com afinco.
                O fato do anão ter salvo Leonico em sua trajetória foi mero acaso, mas o fato que se sucedeu parece ter sido obra do destino. Preso a suas leis e códigos o jovem ofereceu proteção a vida do anão até que sua divida de sangue fosse paga. Zylmir odiou a idéia e se cançava constantemente do fato de ter o jovem de cajado de penas o seguindo constantemente, e frequentemente se irritava e ralhava com ele. Para sua surpresa apesar de seus cotidianos maus tratos o jovem não se intimidava, discutia, fazia frente as ameaças do anão e o seguia por onde quer que ele fosse.
                Com o passar dos últimos seis meses, desde que se conheceram, a personalidade marcante do jovem fez com que o anão o respeitasse cada vez mais. E chegou a tal ponto que apesar de Zylmir negar o fato veemente o anão não conseguia mais se ver nas ruas sem seu estranho companheiro.
                O jovem Leonico apreciava a companhia do anão, ele era uma pessoa carrancuda e resmunguenta que poderia facilmente ser rotulado como um espanta-amigo, mas a convivência de ambos se transformou em uma forte amizade e o respeito mutuo surgiu entre eles. De fato tanto um quanto outro apreciavam demais a parceria criada com o acaso.
                Gritos de êxtase tomavam o ar da taverna naquela noite e a multidão de homens e mulheres se esbaldavam de tanta alegria. Mas o jovem amante das florestas não compartilhava o estranho gosto das pessoas da cidade e mantinha-se calmo e calado. Mas seu comportamento era uma exceção. Uma exceção tão grande que quando ele observou um outro grupo de pessoas agindo exatamente como ele, algo lhe pareceu extremamente errado.
                Desde menino, Leonico aprendeu a observar sinais, dentro de uma floresta um simples ramo quebrado era um livro inteiro com as mais diversas histórias. A cidade apesar de não ser exatamente o modelo de lar que um druida apreciasse também revelava sinais semelhantes aos da floresta por vezes. O jovem simplesmente não conseguia tirar os olhos de um grupo de pessoas que se localizava no anteposto do grande salão. Três homens, provavelmente mercadores pelas vestimentas se mantinham em silêncio e analisavam o salão enorme da Crina do Grifo. Apesar de saber que qualquer pessoa tinha direito a manter-se a vontade em qualquer situação o comportamento dos mercadores era atípico, principalmente em uma noite tumultuada como aquela.
                Mantendo seu capuz o mais baixo possível o protetor das florestas começou a estudar o grupo com freqüência tomando o cuidado para não se revelar nem para perder de vista seu amigo anão, que para infelicidade do jovem também notou o que intrigava o druida e exclamou deixando o jovem totalmente desconcentrado.
                - Que que cê ta olhando guri? Porque não toma uma cerveja uma vez na vida e vira o homem que seu pai queria que você fosse!
                A voz alta e embriagada do anão chamou a atenção de várias pessoas na taverna inclusive de quem não devia. Os três mercadores de imediato perceberam o interesse do jovem neles e trataram de se afastar de suas vistas. Leonico teve vontade de esmurrar o anão. Ele virou-se rapidamente querendo dar um sermão no anão mas encontrou este o observando seriamente.
                - Que que foi? Que que há? Vai beber uma cerveja ou não? Porque você não deixa de ser um maricas uma única vez? – o anão falou com segurança e com deboche.
                O jovem preso ao seu juramento deu de ombros e falou com voz suave após se controlar e acalmar-se.
                - Aquelas pessoas que se afastaram. Eles não eram mercadores.
                - Como que você sabe? Pra mim eles não pareciam ogros, nem goblins. Porque você não bebe, vai? Só um golinho. De que adianta a gente vir para uma taverna se o meu companheiro não se diverte nem um pouco?
                Após seis meses de convivência aquela fora a primeira vez que Zylmir pareceu falar alguma coisa que não fosse um chingamento. O comentário embora de tom grosseiro pegou o druida de jeito. Ele acabou relaxando e pela primeira vez desde toda sua vida pediu uma cerveja.
                O anão berrou de alegria e abraçou o jovem com força num ato tão instintivo que fez o druida corar. Foi a primeira demonstração de afeição que o caçador de recompensas lhe apresentara.
                Apesar de feliz e mais falante do que de costume Leonico ainda procurava pelos mercadores na taverna, agora tomando cuidado redobrado para não ser notado.
                Horas se passaram e a frustração tomou conta do jovem que já se encontrava demasiadamente embriagado. Aquela bebida rashemi que ele havia provado, mesmo poucos goles, se mostrou muito aquém do que ele poderia agüentar. Os sentidos do jovem druida estavam no fim, a sala girava e o anão desdobrava-se de tanto rir aparentemente dele que não fora forte o suficiente para encarar a bebida.
                - Pelo menos você iniciou seu caminho garoto. – o anão gritava entre uma gargalhada e outra.
                A noite no Crina de Grifo se mostrou uma verdadeira prova de fogo para o jovem druida, mas estava simplesmente magnífica para o povo que festejava, até o momento em que um forte relâmpago iluminou as janelas e com estrondo ensurdecedor fez o silêncio reinar por alguns segundos.
                Em seguida refeitos do susto todos reiniciaram suas piadas, cantorias e danças. Apenas Leonico, preso entre a realidade e a enganação que o álcool lhe empregara, tentava se concentrar repetindo:
                - Não é natural. Não foi natural. Não foi um relâmpago natural. – Ele balbuciava.
                O anão observava o jovem intrigado se deliciando em ver como uma bebida alcoólica consumia alguém que não era acostumado com ela quando com o canto dos olhos, percebeu um grupo estranho de mercadores aparecer.
                Mais atento do que realmente parecera ser o anão se fixou nas pessoas que adentraram o recinto e ignorando qualquer pessoa abriram caminho para o segundo andar da taverna.
                Semi cerrando os olhos ele grunhiu:
                - Talvez você esteja certo guri tem alguma coisa errada aqui.
                - Sim. Os mercadores vão se encontrar no segundo andar, olhe. -  o jovem apontou na outra direção e viu que os outros mercadores se direcionaram também a uma escadaria no segundo andar da taverna.
                - É mesmo. Espere ai...você não...- o anão voltou-se e encontrou o jovem druida completamente recomponsto.
                - Ei! Você não está bêbado. -  o anão acusou.
                - Não. Tive que pensar em alguma coisa quando você me entregou para eles, aparentemente deu certo porque os mercadores me esqueceram. Agora. O que você viu de errado nos mercadores que entraram?
                - Tem chuva lá fora não tem? – Ele perguntou e teve apenas um olhar de confirmação do druida – Pois bem, eles entraram... sequinhos.
                - Acho melhor nós darmos uma espiada no segundo andar. – o druida falou enquanto observava os mercadores sumirem nas escadarias.
                O anão soltou uma gargalhada gostosa cheia de êxtase confirmando a opinião de seu companheiro.

                               *             *             *             *

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bárbaro Mestre Espadachim, Gnomo Monge e Kobold Escudo-do-Dragão (Barbarian Swordmaster, Gnome Monk and Dragonshield Kobold)

Avançando com mais três peças hoje. É incrível pensar que já esteja chegando nas últimas miniaturas do meu set. Devo dizer que estou realmente feliz com os resultados.

Advancing with three pieces today. It's amazing to think that's i´m already coming to the last minis of my set. I must say I'm really happy with the results.

Hoje tenho três peças para apresentar. Vou começar então com duas peças de tamanho pequeno o gnomo monge e o Kobold escudo-do-dragão.

Today I have three pieces to display. So,... I'll start with two pieces of small size: the gnome monk and the Dragonshield Kobold.

A idéia de fazer estas duas miniaturas surgiu quando eu peguei estes dias na minha mão o Kobold Monk e pensei comigo: "Sabe remodelar um novo monge halfglins ou gnomo em você seria muito fácil." De imediato comecei a procurar entre minhas miniaturas quem poderia fazer par com nosso amigo. E foi na coleção de Blood Wars que encontrei o Soldier of Bytopia.

The idea of buld these two miniatures came when I took on my hand these days, the Kobold Monk and I thought to myself, "You know, a remodel or new monk halfglin or gnome coming from you would be very easy to do." Immediately I started looking through my miniatures who could pair up with our friend. And it was in the Blood Wars collection where I found Soldier of Bytopia.

Imediatamente comecei a mensurar as duas miniaturas e vi que eram perfeitas.

Immediately I began to measure the two miniatures and saw that it was perfect.

Para criar o Gnome Monk, você precisa apenas retirar a cabeça, a cauda e os pés do Kobold Monk e então colocar as cabeças e pés com botas do Soldier of Bytopia e em sequência repintar a miniatura. Fica perfeito.

To create the Gnome Monk, you need only remove the head, tail and feet of the Kobold Monk and then put the heads and feet with boots from Soldier of Bytopia and repaint the new creature at sequence. It is perfect.



De posse então de uma miniatura de Soldier of Bytopia, sem pés e sem cabeça, e tendo sobrando a cabeça e os pés e a cauda do Kobold Monk, você as usa rapidamente na corpo do antigo Soldado, e você tem seu novo Kobold de forma original. No meu caso, eu havia usado a um tempo atrás a cabeça de um Kobold Champion para fazer o tatu. Eu aproveitei então a espada e o escudo daquela miniatura para adicionar nesta nova criatura. Retirei a picareta do antigo Soldier e adicionei a espada, e no braço de escudo acrescentei o escudo do Kobold Champion. Obverve o resultado:

Then in possession of a Soldier of Bytopia miniature, with no feet and no head, and having left the head and feet and tail of the Kobold Monk, i use them quickly in the body of the old soldier, and then you have your new Kobold in an original new way . In my case, I had used a while ago the head of a Kobold Champion to build the armadillo mini. I then took the sword and shield from that headless kobold mini, to add the itens at this new creature. I removed the pick of the old Soldier and added the sword, to the shield arm i increased with the dragon shield from the old Kobold Champion. Obverve the result:



Na imagem comparativa acima, faltou a miniatura do Kobold Champion que empresta ao novo Kobold, o escudo e a espada.

In comparative picture above, lacked the Kobold Champion mini, who has given the sword and shield to this new Kobold creature.

Seguem agora imagens solos, do Gnomo Monge e do Kobold Escudo-do-Dragão.

Here now images soils, of the Gnome Monk and the Dragonshield Kobold.












Minha próxima criatura agora é um "herói". Um barbaro. Verdade seja dita, faz tempo que eu esperava ver a miniatura de um barbaro armado com espada, e ela nunca surgiu. Pelo menos não uma normal e não de um humano.

My next creature is now a "hero." A barbarian. Truth be told, a while I expected to see a miniature of a barbarian armed with sword, and it never came. At least not a "normal" sword and not a human.

Uma miniatura que sempre achei que daria um bom bárbaro era a do Cultist of Orcus. Eu sinceramente não sei bem que raça é pra ser aquele ser. Um anão possivelmente. De todo modo sempre achei o torax e a fisionomia perfeitos para um bárbaro.

A miniature've always thought that would make a good barbarian was the Cultist of Orcus. I honestly do not know what race is supposed to be that being. Possibly a dwarf. Anyway I always thought the perfect face and chest for a barbarian was on him.

E resolvi criar um.

And decided to create one.

Para isso catei o Cultist of Orcus e procurei por uma miniatura adequada, que me dariam boas pernas para o barbaro que eu queria. E acabei encontrando o Foulspawn Berseker, novamente perfeito para oficio.

For that I grabbed the Cultist of Orcus and looked for a suitable miniature, which would give me good legs for the barbarian that I wanted. And I ended up finding Foulspawn Berserker, perfect for office again.

De imediato desmembrei as peças chaves de cada uma das miniaturas e as remodelei dando a forma que eu desejava. E mais uma vez fiquei satisfeito com o resultado. Vejam agora as imagens comparativas e as imagens do barbaro em pose solo.

Immediately breaks down key parts of each of the miniatures, and remodeled, giving the way I wanted. And once again I was pleased with the result. See now the images and comparative images of the barbarian also posing solo.






segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Boardgames Pinturas (Boardgames Paints)

Como todos sabem os boardgames Ravenloft e Wrath of Ashardalon possuem várias miniaturas, mas todas elas, sem pintura.

As everyone knows, Wrath of Ashardalon and Ravenloft boardgames have multiple miniatures, but all of them without painting.

Eu iniciei faz duas semanas meu processo de pintar todas as miniaturas de ambos os jogos. Dando minha própria cara as mesmas.

Two weeks ago I started my process of painting all the miniatures of both games. Giving my own face them.

Quero então apresentar as primeiras pinturas que já acabei.

I then present the first paintings that I've finished.

Nesta primeira imagem vemos a gárgula que vem no jogo com sua cor original, um bege claro, e três pinturas diferentes que eu fiz para as mesmas. Em vermelho, verde e azul. Você vai me dizer mas que cores mais estranhas para se representar gárgulas e eu concordo. Estas cores foram escolhidas, porque além de representarem gárgulas eu gostei da idéia de usar estas minis para reapresentar Abishais, diabos muito famosos em jogos de RPG que acabaram sendo esquecidos no mundo das minis.

In this first image we see the gargoyle that comes into play with its original color, a light beige, and three different paintings I did for them. In red, green and blue. You tell me: but what strange colors to represent gargoyles and I agree. These colors were chosen because in addition to representing gargoyles I liked the idea of ​​using the minis to reintroduce Abishais, very famous devilish RPG games creatures that ended up being forgotten in the world of DDminis.


Nesta próxima imagem temos um repaint para um urso que vem em cor natural toda em vermelho e para o esqueleto que também vem em cor bege clara.

In this next image we have a repaint for a bear that comes in natural color all in red and the skeleton which also comes in light beige color.


Aqui vemos um Terror Wight onde eu procurei caprichar nos tons de carne enegrecida e pútridas que estas criaturas me fazem crer que possuem. Ao fundo um cultista com melhores vestes do que o tom uva ao qual estava preso.

Here we see a Terror Wight where I tried to perfect in shades of putrid blackened flesh, that these creatures make me believe they have. In the background a cultist robes with better tone than the grape color to which he was imprisoned on original.


Nesta imagem além de todas as criaturas acima, também vemos o Werewolf que possui um tópico apenas para si neste blog.

In this image beyond all creatures above, we also see that the Werewolf who has a topic on this blog just for it.


E nesta última imagem mais um grupo incomum de criaturas. Repintei Sthrahd Von Zarovich como um alto elfo; Vemos também um Ghoul onde eu procurei dar mais tons de sangue espirrado pelo corpo dele, um Grell e também o Orc Wolf Shaman.

And this last image a more unusual group of creatures. A painted Sthrahd Von Zarovich as a high elf; We also see a Ghoul where I tried to give more shades of blood splattered over his body, and also a Grell and the Orc Wolf Shaman.


Pretendo colorir todas as miniaturas de ambos os jogos de tabuleiros, a medida que o trabalho for avançando venho postar aqui minhas novas pinturas.

I want to color all the miniatures of both board games, as the work progresses I come here to post my new paintings.

Prewie Lendas de Drizzt Jogo de Tabuleiro (Legend of Drizzt boardgame)

Será lançado em Outubro um novo jogo de tabuleiro chamado: Lendas de Drizzt. Ele será compátivel com os já lançados Ravenloft e A Ira de Ashardalon. Os jogos por enquanto só existem em inglês e especula-se que os dois primeiros jogos foram lançados para fomentar a vontade deste que esta por vir.

Drizzt Do Urden, é um herói drow renegado que a muitos coleta fãns pelo mundo todo. E agora neste jogo de tabuleiro os jogadores poderão reviver grandes de suas aventuras e inclusive desempenhar o papel de um dos companheiros do Salão: Drizzt, Wulfgar, Cattibrie, Regis e Bruernor.

O jogo vai trazer além dos heróis, vários dos grandes inimigos do grupo de heróis. Estão confirmados: Artemis, Jarlaxle e Errtu.

Para os que não sabem as miniaturas que o jogo usam tem base no jogo DDM Skirmisher e usa os mesmos modelos. No entanto algumas miniaturas que não foram lançadas é que captam a atenção dos jogadores. Saiu recentemente um prewie de teste do jogo e nele podemos ver algumas fotos as quais apresento aqui hoje. Nelas podemos ver várias imagens e supor várias coisas.

Aqui vemos: Wulfgar, Cattiebrie (miniatura nova), Drizzt (escultura de Archfiends), Guenwyvar enfrentando Artemis Entreri.


Aqui podemos ver alguns monstros: Um Drider Fanglord, 2 Feral Troll, 2 Demonweb Spider, e no canto esquerdo em cima a miniatura de Regis (miniatura nova). Fora do Tabuleiro uma miniatura verde, um Graypeak Goblin Archer.


Aqui uma visão melhor das criaturas mostradas acima, principalmente de Régis.


Nesta imagem temos a confirmação de Errtu como a criatura Huge que a compania do salão irá enfrentar.


A certeza de que uma das aventuras mais clássicas fára parte do Jogo de Tabuleiro: A procura pelos Salões de Mithral.


E um detalhe aproximado de como será Cattibrie:


É fato que para a maioria dos colecionadores, estas miniaturas não serem pintadas tira muito da vontade de adquiri-las, mas verdade seja dita, Régis, Cattiebrie e Jarlaxle (ao qual não temos imagem por enquanto) com miniatura oficiais devem seduzir muitos colecionadores de miniaturas, além obviamente dos fãns do elfo negro mais conhecido de todos os tempos.

Agora é só aguardar por mais spoilers enquanto o jogo não vem.

Apenas uma última informação, os nomes das criaturas acima eu me baseei nos cinco personagens principais do auto R.A. Salvatore que compõe a Companhia do Salão, e nas descrições de seus nomes nas fichas da maioria destas criaturas no cenário de DDMiniatures. Pode ser que no boardgame oficial algumas delas ostentem outros nomes.

abraços,