quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Dentre o Desconhecido (Into the Unknow)

Há algum tempo atrás eu comentei sobre os vários livros e materiais que iriam compor um evento singular junto ao mundo de Forgotten Realms, denominado: Rise of the Underdark, onde o tema principal seria algo como uma Guerra Mundial Drow.

Todo o material que compõe esta linha é facilmente reconhecido por um logotipo de aranha com corpo em forma de caveira que normalmente se encontra nos vários materiais. 


Atualmente vários deles já circulam por ai, e vou aproveitar hoje para falar de um especificamente que adquiri e tive oportunidade de ler. O titulo em inglês é Into the Unknow, alguns poderiam traduzir literalmente e dizer que o correto seria: Adentrando o Desconhecido, eu preferi, "dentre". Por conta do conteúdo. Embora o livro lide com alguns aspectos que mostram a possibilidade de heróis chegarem ao mundo subterrâneo, grande parte dele, trata de temas e classes e personagens que já possui uma relação completa com o tema. 



Por isto escolhi a palavra "dentre" que é uma junção de "de" "daquele lugar; por exemplo" e de "entre" de "naquele meio". Sinceramente as vezes uma palavra já diz muito sobre o conteúdo de determinada obra literária. 

O livro em suas 160 páginas possui um conteúdo bem interessante para quem é fã do famoso "underdark" ou mundo subterrâneo. Ao contrário do que alguns possam pensar, por conta do livro fazer parte dos materias de campanha de RotU, ele não é focado no mundo drow, mas, sim possui um conteúdo abrangente.

Criando uma resenha rápida sobre o que o leitor irá encontrar em suas páginas, começamos dizendo o primeiro capitulo do livro, trata dos temas de personagens são no mínimo inspiradores. Digo isto, porque sinceramente, alguns temas escolhidos dão bons e motes para aventuras, obviamente que alguns até são meio clichês, como por exemplo o servo fugitivo. Teoricamente, lendo por cima é muito fácil confundir com o elfo renegado e herói de FR, Drizzt, no entanto a grande diferença é que o elfo negro mais famoso de todos os tempos nunca foi servo. E esta temática dá um tom de drama ao personagem que pode render uma boa aventura e campanha. Temos um total de sete temas, de onde os meus preferidos são o Criador de Armadilhas e o Emissário Subterrâneo, muito bons para personagens que procuram algo diferente e divertido.


As três raças apresentadas também oriundas do subterrâneo são no mínimo divertidas de se jogar. Todas criaturas pequenas, os svirfneblins (gnomos das profundezas) e kobolds e goblins. Nunca esqueço de uma aventura pronta que joguei do antigo sistema de AD&D que se chamava Dungeon Reverse. O roleplay de monstros como personagens sempre rende boas risadas. Os próprios poderes destas criaturas são sugestivos, como o "Fujam", que faz com que todo o grupo de aliados possa se proteger contra possíveis ataques de oportunidades, e o kobold deslize toda sua velocidade. Ou o ótimo escudo vivo, que faz com que o goblin redireciono um ataque para um aliado adjacente. Sinceramente, já consigo ver uma sessão super engraçada acontecendo.


Obviamente, o restante do livro, trata de um tema mais, digamos assim "obscuro" e passa a descrever uma série de outras informações, como por exemplo, poderes e perícias para todas as classes, tendo como tema e base o subterrâneo. A velha dissipar escuridão volta a aparecer por exemplo, como poder diário de paladino.

Alguns poderes e perícias são diretamente ligados a livros anteriores, que já apresentaram lugares e determinadas classes e reforçam estes cenários e poderes. Como por exemplo O Lago Negro Ziggurat, descrito no livro Underdark.

Já o segundo capítulo apresenta toda uma série de informações sugestivas, que segue a linha de que ou você luta para sobreviver neste ambiente, ou sua história já era. Neste ponto o livro dá muitas dicas de como os personagens e os mestres devem proceder e agir neste ambiente. Por exemplo, ele aconselha a você a revirar um lugar até ter certeza de que inspecionou tudo nele, sob pena de mais tarde você ter que arcar com algum fardo que tenha deixado para trás no mesmo. Outro ponto interessante é que em nenhum outro lugar nos mundos de D&D as portas e caminhos secretos se fazem tão presentes, então você e seus jogadores precisam de fato dar uma atenção especial. E obviamente, em que outro lugar alguém poderia ser mais furtivo do que no mundo subterrâneo? São dezenas de descrições rápidas de tópicos interessantes sobre este assunto.

Ainda no mesmo capítulo, existe uma distinção sobre os diferentes tipos de ambientes que se pode encontrar no subterrâneo. Por exemplo: cavernas, laboratórios, minas, prisão, etc e etc. 

Obviamente como não pode faltar, breves descrições e papéis de diversos monstros, como beholders, ganchos, mímicos, stirges e por ai vai.

Novamente as partes que me agradam são as que descrevem os lugares infames, onde temos locais antigos, de velhas edições, com rápidas atualizações. E um destaque bacana vão para as três páginas dedicadas ao Castelo Ravenloft. Se encontram presentes também a Cidade Perdida, a Pirâmide de Amun-Re e a velha Montanha da Pluma Branca. São um total de 8 locais, e posso dizer, todos famosos.

Um acréscimo nas descrições das ferramentas e equipamentos específicos destinados ao subterrâneo possui seus próprio tópicos no livro. Com dezenas de descrição de novos itens finda o segundo capítulo.

A terceira parte retrata as facetas do Mestre da Masmorra. Uma analogia que une, o mestre da aventura/campanha, com o vilão, e o personagem de jogador com grande conhecimento subterrâneo. 

Ele concede ao mestre as inspirações necessárias, para criar temas, ganchos e aventuras no ambiente subterrêno, envolvendo várias dos temas de personagens do próprio livro. 

Acrescenta tópicos descritivos sobre exploração, enigmas que auxiliam na criação de uma cenário especifico por exemplo, dando a ele mais realidade. Som e visão, e principalmente ajuda no desenvolvimento de tramas, que tem como base, o histórico do personagem, de monstros, da cultura, de fábulas e até de dramas.

Dá pitacos sobre os construtores do subterrâneo e suas masmorras, dando mais vida a elas, como por exemplo os drows, anões, humanos, e outros.

O capítulo e o livro vão finalizando apresentando pergaminhos de poderes antigos, como o saudoso "Desejo". Um poder antigo que os próprios deuses trataram de extinguir, mas foram incautos ao que parece, pois é possível ao que parece encontrar raríssimos pergaminhos com a antiga magia ainda ativa.

Finalizando o material um complexo de tabelas apresentado no apêndice dá ferramentas ao mestre para criar aleatoriamente todo um complexo de masmorras, através da maravilhosa rolagem de dados.

Um material excelente para jogadores e mestres de RPG. Minha única crítica seria, que o livro aborda muitos assuntos e na minha opinião os resume demais. Se alguém quer se aprofundar um pouco mais em determinado tema, pode se decepcionar. No geral o conteúdo abrange de tudo. E isto dá uma direção e uma idéia básica ao leitor de como ele deve agir, mas tende a deixar algumas perguntas sem respostas. Eu diria que uma nota 7 para 8 está de bom tamanho par ao material.




domingo, 25 de novembro de 2012

Lady Vashj

Adquiri estes dias a miniatura de World of Warcraft da Lady Vashj, uma vilã do game. Me impressionei com a escultura na época e fiquei seduzido pela mesma. Eu estava escrevendo uma aventura épica na ocasião e seguia à cata de alguma miniatura que representasse o que eu queria: Uma Marilith Matriarca. E encontrei o que eu queria na miniatura desta criatura de World of Warcraft. 

A única coisa que eu não esperava era que ela superaria minhas expectativas. Eu queria uma criatura de tamanho Gargantuan, e devo dizer que não me decepcionei. Principalmente porque ela é bem maior do que eu esperava.





Esculpida em plástico e totalmente pintada a miniatura é excelente. Possui diversos atrativos e particularidades que podem transformá-la facilmente em uma das melhores miniaturas para uma mesa de jogo. Fora a função de coleção para os viciados em WOW que ela tem.

Chamá-la de miniatura também chega a ser um pecado, visto que ela está mais para uma mini-escultura chegando a 27 cm de altura no seu ponto mais alto. De todo modo é no mundo das minis para jogos de RPG, mais especificamente D&D, que eu vou colocar esta criatura.

Uma das coisas bacanas da criatura é que ela possui armas destacáveis. Três armas: um arco, uma espada e uma flecha ou javelin. 


Estas armas podem ser encaixadas no corpo de Lady Vashj, apenas separando suas peças e após colocando em uma das três mãos com o formato de encaixe adequado. Estas mãos possuem o formato de estar segurando alguma coisa e estão fixas, firmando o item que você resolver colocar naquele ponto específico. 


O arco é separado na empunhadura, por um macho e fêmea. Para colocar o arco na miniatura, você simplesmente escolhe qual dos braços você deseja que a arma fique, coloca a empunhadura no sulco e depois fixa a outra parte do arco. O encaixe só não é perfeito, porque possuem umas pequenas folgas, mas com um vira e mexe adequado você consegue posicionar de modo a ficar imobilizado no local.




A exemplo do arco, a espada também pode ser retirada e colocada em qualquer um dos braços. Ele se separa no copo da espada, a parte "final", logo abaixo da empunhadura. Novamente após escolher o local que desejas, só necessita colocar a empunhadura e após fixar o copo.


A terceira arma, que é uma flecha, mas que eu vou usar como javelin, na minha aventura, é a única que não é demonstável. Para usá-la ou você a força por um dos braços com sulco, ou a coloca entre os dedos das mãos sem os sulcos. Eu particularmente preferi colocar na boca de uma móreia, que forma o cabelo da criatura junto com dezenas de serpentes. Me agradou pensar que estas criaturas tem funções de membros, além de "cabelos picantes".



O corpo da miniatura também pode ser retirado da base. Ele é fixado na base por dois pinos e sistema de encaixe de macho e fêmea. A base não é redonda ela é oval, e na posição correta ocupa um espaço de 7 por 5 quadrados.


A cauda da criatura é destacável também. Você a encaixa simplesmente a empurrando.  O fechamento não é perfeito, e na minha opinião é a única coisa que faz com que a escultura seja cem por cento.


No entanto uma coisa bacana que eu achei é que se você quiser, pode usar esta parte da cauda como um tentáculo, ou um verme gigante.


Os braços da criatura também são articulados, podendo ser posicionados um pouco mais para cima ou para baixo conforme sua vontade. Na minha opinião é bem útil para fazer com que a criatura segure a flecha próxima ao arco. Se move o braço esquerdo mais para cima com a mão à altura do ombro, e então se posiciona a flecha entre os dedos e apoiada na ombreira da criatura.




É hora então de fazermos a comparação de tamanho. Considerando que 8x5 é igual a 40, será que podemos então dizer que esta criatura é apenas 40 vezes maior do que um herói? Eu sinceramente não sei, mas coloquei um grupo de heróis ao lado dela para fazer o comparativo. Eu só imagino a cara de jogadores  de RPG, habituados com a representação em miniaturas, quando virem o tamanho da criatura e do desafio que tem pela frente.


Seguindo na questão das proporções, coloquei minha Marilith Matriarch ao lado de uma criatura Huge de D&D. Acho que o gigante das tempestades está se sentindo mais halfling do que nunca.


E que tal então compararmos a criatura com alguém de sua própria espécie e tamanho? Orcus é uma das minis gargantuans mais impressionantes que já vi. Ao lado dela, ele já me parece que perdeu um pouco da sua imponência. 

Finalizando a miniatura é realmente impressionante. Esculpida em plástico, possui detalhes com plástico transparente como na cauda e em um véu que fica solto na cintura. Sua pintura também esta bem interessante, eu sinceramente preferia um outro tom de pele ao invés do azul, mas este item é facilmente ignorado. Também acho que as serpentes que formam o cabelo da criatura poderia ter algum detalhe de cor a mais, pois são todos negros. Pelo menos os olhos e presas.

Mais a mais, Lady Vashj, transformada e transportada para os mundos de RPG de fantasia medieval e principalmente nos jogos de RPG com miniaturas deve causar um impacto fenomenal na mesa de jogo. Só consigo imaginar em uma batalha épica se aproximando dos pobres personagens de jogadores. E sinceramente, sem ajuda, não sei não. Ou será que o ditado de que tamanho não é documento, vai valer?







quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Miniaturas de Rise of Runelords em mãos

A segunda coleção de miniaturas de plástico com pintura da Paizo, ou do sistema Pathfinder como alguns denominam, está no mercado a alguns meses, e é muito, mas muito mesmo, ...realmente muito diferente da primeira coleção.

O nível de aprimoramento nesta coleção em comparação com Heroes and Monsters, a primeira coleção, é perceptivel a olhos de leigos.

Por exemplo, diferente da primeira, nenhuma miniatura desta nova coleção ficou mal-esculpida. Os casos desastrosos impostos pela Quimera e Manticora, ou o Troll e o Ogre da coleção anterior, não foram vistos em Rise of Runelords.

A bem da verdade, a coleção é tão bem feita, que impressiona. E seria absurdamente fantástica, não fosse o plástico ruim em que as esculturas são feitas. Diferente das miniaturas de D&D que usam um plástico mais borrachudo, tornando a possibilidade de danificar uma miniatura quase que nula, as miniaturas de Pathfinder usam um material plástico mais próximo de resina sólida, tornando-as mais sucetiveis a danos de impacto.

Também não quero assustar ninguém. Não pense que todas as miniaturas da coleção se quebram como gelo fino. Não é assim. No entanto se a miniatura for submetida a alguma fricção grave, como por exemplo, a miniatura ser atirada de uma mesa acidentalmente, ou se você transportá-las de uma forma que haja muita trepidação, existe um risco de uma miniatura ser danificada.

Um dano menor, mas, mais comum é a soltura da miniatura da sua base. A maior parte destes danos é facilmente resolvida com o uso de uma supercola.

Claro que isto não é genérico. Não é assim: Todas as miniaturas de Rise of Runelords, vão se quebrar, ou vão ser danificadas. Mas a verdade é que o material usado, possibilita uma porcentagem grande de chance de isso ocorrer.

Deixando a composição do plástico de lado, temos uma coleção com peças realmente bacanas. A coleção possui 60 miniaturas, + 4 miniaturas grandes e 1 enorme, destas cinco últimas falarei especificamente noutro dia.

As miniaturas de Rise of Runelords vem em caixinhas (box) com quatro miniaturas. 1 grande e 3 médias ou 2 médias e 1 pequena. As miniaturas vem protegidas por um plástico modular, feito para fixar a base das miniaturas, fazendo com que elas fiquem firmes. Este sistema é muito bom, no entanto você deve tirar suas miniaturas com cuidado, como já falado a composição plástica da miniatura não é das melhores e se a base estiver firmemente fixa ao rentar retirar a peça você pode quebrá-la.






Como se pode observar pelas ilustrações, no geral o sistema oferece uma proteção perfeita para as miniaturas.

Sobre as miniaturas em si, como já disse acima, as esculturas estão muito boas e além das esculturas o trablaho de pintura ficou excelente. Temos trabalhos muito bons como nas esculturas de alguns heróis como Ameiko, Seoni e Shalelu. Alguns monstros também estão com qualidadede excelentes como: Lammatar, Skinsaw man e Warchief Ripnugget.

A coleção a exemplo do que aconteceu com H&M, novamente pesou muito bem sua contabilidade em torno de heróis, personagens, vilões e monstros. E novamente trabalhou muito bem no conceito de uniformidade. Por exemplo temos três ogros, com poses distintas e pinturas que combinam, três gigantes de pedra, quatro goblins, três sinspawn, todas estas criaturas formando digamos assim unidades.

Abaixo podemos ver os quatro goblins e mais um cão goblin, os três sinspawn, um yeth e seu cão yeth. Rise of Runelords trouxe diversidade ao jogo de minis em uma única coleção.


Logo é possível criar jogos onde você pode simular o enfrentamento contra digamos um clã de gigantes da pedra, sem que estes pareçam monstros diferentes, como podemos na imagem abaixo.


As miniaturas desta coleção são todas inspiradas na primeira aventura publicada pelo sistema de Pathfinder, chamada apenas de Runelords. Como "presente" de aniversário da aventura, a coleção de miniaturas foi criada. Todas as miniaturas da mesma, são personagens, vilões e criaturas que aparecem na aventura. Uma excelente idéia para a venda de um produto casado. Rise of runelords, trouxe consigo mais que monstros e heróis. Trouxe também duas miniaturas especiais. Uma cortesã e um aristocrata. A denominação eu que dei, seus nomes originais são: Aldern Foxgrove e Lucrecia, pois personagens da aventura. A questão é, que as miniaturas prenchem uma lacuna que foi deixada até o momento, permitindo o uso de personagens de roleplay. Construi a cena abaixo, mostrando um banquete, fazendo uso inclusive dos cartões de Map Pack do próprio sistema Pathfinder, e neste mapa, coloquei as duas miniaturas das quais falo posicionadas ao centro, cercado por aventureiros em algum tipo de conferencia ou reunião. Simplesmente perfeito.

A coleção obviamente apresenta as mais diversas criaturas como podemos ver nestas outras imagens. Algumas criaturas próprias do sistema de Pahtfinder como o Forgefiend, uma espécie de demônio-forja. Alias uma miniatura muito bonita, pois a "boca" ou entrada da "forja" é de plastico transparente.



Rise of Runelords, também corrige um erro básico da coleção anterior, desta vez são 60 criaturas diferentes, não como em H&M que das 40 criaturas tinhamos na verdade 38 onde 2 eram a mesma miniatura só que pintura diferente.

RoR, é de longe muito superior a primeira coleção, e é sem sombra de dúvidas uma coleção muito bonita. Com peças diferentes, padronizadas e muito versátil.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Gladiador Mul (Mul Gladiator)

Após quase quatro meses, sem postar uma remodelagem de miniaturas, volto eu aqui pra dar continuidade ao meu projeto do meu segundo set de minis remodeladas, o chamado Forgotten Sun, que vai mesclar criaturas de D&D clássico, com criaturas únicas dos mundos de Dark Sun e Forgotten Realms.

E a miniatura de hoje é uma versão que construi para uma raça que até agora não entendo como não teve uma miniatura. Um Mul. Tem gente que gosta de usar as miniaturas dos Goliath para a função, até a própria Wizards incentivava, mas sinceramente nenhuma teve o plus de gladiador que a raça impunha.

Na real não foi muito fácil fazer esta miniatura. Pra criar ela tive que usar 3 miniaturas: um Orc Terrorblade que emprestou suas pernas, um Duergar Slaver, que na minha humilde opinião tinha o rosto perfeito pra função, assim como a vestimenta que lembra a caracteristica de um gladiador. Embora a maioria dos Muls tenha como caracteristica serem inteiramente calvos, poucos possuem cabelos em regiões pontuais. Isso me fez gostar muito de como o minha miniatura poderia ter um ar único. Por fim a terceria miniatura que usei foi um Hobgoblin Bladebearer, que cedeu seus braços e armas para minha criação.



O maior trabalho ao criar esta miniatura foi destacar os braços do hobgoblin, pois parte deles faziam parte da escultura da miniatura original. Feito isto, foi apenas tirar os braços e pernas da miniatura do Duergar Slaver e então fixar os novos braços.

Embora um Mul tenha sangue anão correndo em suas veias, a raça é mais alta por conta da cruza maluca entre anões e humanos, por conta disto temos que deixar nosso amigo mais alto. Por conta do corpo atacarrado do Duergar Slaver, tive que procurar pernas que sustentassem a nova miniatura e não a deixassem ridiculas, e achei que o Orc Terror Blade era excelente para o caso.

Após ter a criatura montada, tudo o que fiz foi fazer uma nova pintura, para criar então uma miniatura de um gladiador Mul. E eis ela concluída.