quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Miniaturas de Rise of Runelords em mãos

A segunda coleção de miniaturas de plástico com pintura da Paizo, ou do sistema Pathfinder como alguns denominam, está no mercado a alguns meses, e é muito, mas muito mesmo, ...realmente muito diferente da primeira coleção.

O nível de aprimoramento nesta coleção em comparação com Heroes and Monsters, a primeira coleção, é perceptivel a olhos de leigos.

Por exemplo, diferente da primeira, nenhuma miniatura desta nova coleção ficou mal-esculpida. Os casos desastrosos impostos pela Quimera e Manticora, ou o Troll e o Ogre da coleção anterior, não foram vistos em Rise of Runelords.

A bem da verdade, a coleção é tão bem feita, que impressiona. E seria absurdamente fantástica, não fosse o plástico ruim em que as esculturas são feitas. Diferente das miniaturas de D&D que usam um plástico mais borrachudo, tornando a possibilidade de danificar uma miniatura quase que nula, as miniaturas de Pathfinder usam um material plástico mais próximo de resina sólida, tornando-as mais sucetiveis a danos de impacto.

Também não quero assustar ninguém. Não pense que todas as miniaturas da coleção se quebram como gelo fino. Não é assim. No entanto se a miniatura for submetida a alguma fricção grave, como por exemplo, a miniatura ser atirada de uma mesa acidentalmente, ou se você transportá-las de uma forma que haja muita trepidação, existe um risco de uma miniatura ser danificada.

Um dano menor, mas, mais comum é a soltura da miniatura da sua base. A maior parte destes danos é facilmente resolvida com o uso de uma supercola.

Claro que isto não é genérico. Não é assim: Todas as miniaturas de Rise of Runelords, vão se quebrar, ou vão ser danificadas. Mas a verdade é que o material usado, possibilita uma porcentagem grande de chance de isso ocorrer.

Deixando a composição do plástico de lado, temos uma coleção com peças realmente bacanas. A coleção possui 60 miniaturas, + 4 miniaturas grandes e 1 enorme, destas cinco últimas falarei especificamente noutro dia.

As miniaturas de Rise of Runelords vem em caixinhas (box) com quatro miniaturas. 1 grande e 3 médias ou 2 médias e 1 pequena. As miniaturas vem protegidas por um plástico modular, feito para fixar a base das miniaturas, fazendo com que elas fiquem firmes. Este sistema é muito bom, no entanto você deve tirar suas miniaturas com cuidado, como já falado a composição plástica da miniatura não é das melhores e se a base estiver firmemente fixa ao rentar retirar a peça você pode quebrá-la.






Como se pode observar pelas ilustrações, no geral o sistema oferece uma proteção perfeita para as miniaturas.

Sobre as miniaturas em si, como já disse acima, as esculturas estão muito boas e além das esculturas o trablaho de pintura ficou excelente. Temos trabalhos muito bons como nas esculturas de alguns heróis como Ameiko, Seoni e Shalelu. Alguns monstros também estão com qualidadede excelentes como: Lammatar, Skinsaw man e Warchief Ripnugget.

A coleção a exemplo do que aconteceu com H&M, novamente pesou muito bem sua contabilidade em torno de heróis, personagens, vilões e monstros. E novamente trabalhou muito bem no conceito de uniformidade. Por exemplo temos três ogros, com poses distintas e pinturas que combinam, três gigantes de pedra, quatro goblins, três sinspawn, todas estas criaturas formando digamos assim unidades.

Abaixo podemos ver os quatro goblins e mais um cão goblin, os três sinspawn, um yeth e seu cão yeth. Rise of Runelords trouxe diversidade ao jogo de minis em uma única coleção.


Logo é possível criar jogos onde você pode simular o enfrentamento contra digamos um clã de gigantes da pedra, sem que estes pareçam monstros diferentes, como podemos na imagem abaixo.


As miniaturas desta coleção são todas inspiradas na primeira aventura publicada pelo sistema de Pathfinder, chamada apenas de Runelords. Como "presente" de aniversário da aventura, a coleção de miniaturas foi criada. Todas as miniaturas da mesma, são personagens, vilões e criaturas que aparecem na aventura. Uma excelente idéia para a venda de um produto casado. Rise of runelords, trouxe consigo mais que monstros e heróis. Trouxe também duas miniaturas especiais. Uma cortesã e um aristocrata. A denominação eu que dei, seus nomes originais são: Aldern Foxgrove e Lucrecia, pois personagens da aventura. A questão é, que as miniaturas prenchem uma lacuna que foi deixada até o momento, permitindo o uso de personagens de roleplay. Construi a cena abaixo, mostrando um banquete, fazendo uso inclusive dos cartões de Map Pack do próprio sistema Pathfinder, e neste mapa, coloquei as duas miniaturas das quais falo posicionadas ao centro, cercado por aventureiros em algum tipo de conferencia ou reunião. Simplesmente perfeito.

A coleção obviamente apresenta as mais diversas criaturas como podemos ver nestas outras imagens. Algumas criaturas próprias do sistema de Pahtfinder como o Forgefiend, uma espécie de demônio-forja. Alias uma miniatura muito bonita, pois a "boca" ou entrada da "forja" é de plastico transparente.



Rise of Runelords, também corrige um erro básico da coleção anterior, desta vez são 60 criaturas diferentes, não como em H&M que das 40 criaturas tinhamos na verdade 38 onde 2 eram a mesma miniatura só que pintura diferente.

RoR, é de longe muito superior a primeira coleção, e é sem sombra de dúvidas uma coleção muito bonita. Com peças diferentes, padronizadas e muito versátil.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Gladiador Mul (Mul Gladiator)

Após quase quatro meses, sem postar uma remodelagem de miniaturas, volto eu aqui pra dar continuidade ao meu projeto do meu segundo set de minis remodeladas, o chamado Forgotten Sun, que vai mesclar criaturas de D&D clássico, com criaturas únicas dos mundos de Dark Sun e Forgotten Realms.

E a miniatura de hoje é uma versão que construi para uma raça que até agora não entendo como não teve uma miniatura. Um Mul. Tem gente que gosta de usar as miniaturas dos Goliath para a função, até a própria Wizards incentivava, mas sinceramente nenhuma teve o plus de gladiador que a raça impunha.

Na real não foi muito fácil fazer esta miniatura. Pra criar ela tive que usar 3 miniaturas: um Orc Terrorblade que emprestou suas pernas, um Duergar Slaver, que na minha humilde opinião tinha o rosto perfeito pra função, assim como a vestimenta que lembra a caracteristica de um gladiador. Embora a maioria dos Muls tenha como caracteristica serem inteiramente calvos, poucos possuem cabelos em regiões pontuais. Isso me fez gostar muito de como o minha miniatura poderia ter um ar único. Por fim a terceria miniatura que usei foi um Hobgoblin Bladebearer, que cedeu seus braços e armas para minha criação.



O maior trabalho ao criar esta miniatura foi destacar os braços do hobgoblin, pois parte deles faziam parte da escultura da miniatura original. Feito isto, foi apenas tirar os braços e pernas da miniatura do Duergar Slaver e então fixar os novos braços.

Embora um Mul tenha sangue anão correndo em suas veias, a raça é mais alta por conta da cruza maluca entre anões e humanos, por conta disto temos que deixar nosso amigo mais alto. Por conta do corpo atacarrado do Duergar Slaver, tive que procurar pernas que sustentassem a nova miniatura e não a deixassem ridiculas, e achei que o Orc Terror Blade era excelente para o caso.

Após ter a criatura montada, tudo o que fiz foi fazer uma nova pintura, para criar então uma miniatura de um gladiador Mul. E eis ela concluída.







quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Salões da Montanha Subterrânea (Halls of Undermountain)

Hoje vou aproveitar para falar sobre um livro de D&D, que me trouxe muitas nostalgias. O novo suplemento: Halls of Undermountain da 4e ou como muitos de nós conhecemos aqui no Brasil: Os Salões da Montanha Subterrânea.



A Montanha Subterrânea, um vasto e enorme complexo de masmorras que fica exatamente abaixo da gigantesca e bela cidade de Águas Profundas (Waterdeep) já foi vista e revista diversas vezes. Sinceramente meu primeiro contato com o local veio em 1994, quando da criação da caixa exclusiva sobre o local que vinha com mapas, fichas de monstros, um livro de descrição e um livro de aventuras. Desnecessário dizer que na época eu achei o local o máximo, e SIM, como todo bom mestre de RPG que se preze, coloquei pelo menos um grupo ou dois de aventureiros a tentar sobrepor os desafios de Hallaster e sua masmorra infinita.

Mais tarde três suplementos, conhecidos como Dungeon Crawlers, abordaram os três níveis perdidos da masmorra gigante, e particularmente a aventura em que os personagens ficam pequeninos como ratos é uma das mais bacanas que já mestrei.

Sem muitas delongas, o novo livro da 4e, me trouxe imediatamente a memória uma centena de momentos bacanas que vivi, durante meus bons tempos de jogador e mestre de RPG, e com tanta coisa na mente, ler o novo livro me trouxe boas sensações.

Vamos falar dele então.

O novo livro sobre a Montanha Subterrânea, premia o lugar com uma capa dura e uma ilustração muito bacana, já mostrando os heróis adentrando e se defrontando com as armadilhas do lugar. O livro ricamente ilustrado, resume rapidamente a história do local, apresenta locais, algumas aventuras, 80 locais e descreve novos monstros.



O livro não é muito grande, possui apenas 96 páginas, mas seu conteúdo surpreende. Eu diria que foi bem elaborado e muito bem planejado, manteve um foco simples de apresentação e neste quesito é realmente excelente.

Acompanha o livro, dois mapas frente e verso. Um deles tem em um de seus lados a ilustração do enorme complexo do primeiro nível da montanha subterrânea, o outro lado apresenta o interior do Portal Bocejante, uma das tabernas mais famosas do reino, principalmente porque em seu interior existe um fosso enorme com entrada direta para o primeiro nível da montanha (e olha que são nove ou mais). Estes mapas se encontram fixos ao livro e precisam ser destacados. É necessário um pouco de cuidado ao fazer isto para não estragar o material.






Sinceramente pra mim, o mapa do Portal Bocejante já vale todo o livro. Lembro que seguidamente os aventureiros voltavam ao lugar e era lá que muitas aventuras, interpretações e tramas tinham inicio.

Os outros mapas, ilustram locais de encontro.

O livro inicia com uma breve introdução histórica sobre a Maior Masmorra de Todas, e segue com um capítulo que mostra alguns locais para adentrar e sair da mesma. Para quem ainda não jogou na Montanha Subterrânea, já digo de antemão: este é o lugar que em RPG se sentenciou que "entrar é fácil, já sair..."

Um grande ponto sobre o livro é que ele dá um bom destaque ao Portal Bocejante, e seus vários residentes. É bacana saber que de certa forma o bom e velho Durnan, continua por lá.


Após o livro introduz aventuras. Uma maneira de combiná-las e idéias de tramas para elas. Pena que são todas de níveis baixo. Pra variar aquele bom e velho sistema randômico para criação de salas através de tabelas e rolagens de d100 continua. 

São descritas quase 80 salas, todas com informações completas para o mestre. Alias aqui entra um ponto alto. Lembro que na primeira vez que mestrei o local, para criar os níveis seguintes eu tomei como base as descrições das salas que eu possuia nos livros antigos. Devo dizer que com este livro a criação das salas é ainda mais fácil. Pois você pode criar facilmente um sistema randômico de descrições, pegando por exemplo, a descrição da sala X e combinando, criaturas e desenvolvimento de outras salas. Um ponto enorme em favor do livro.

Outro ponto muito bacana é o que se refere as Salas Infames. Excelente. Para old players re-ver antigos locais é muito bacana, como por exemplo o Salão dos Espelhos. 

Por fim, um destaque para os monstros próprios do local.

A única coisa que me desapontou um pouco no material é que senti falta da descrição de pelo menos mais um nível da masmorra. Tudo bem que 80 câmaras já vai dar trabalho, mas considerando o local, alguma coisa a mais poderia ter. Outra situação incômoda é que para usufruir 100% do livro, você vai precisar ter o livro dos monstros consigo. Pois nos encontros apenas cita as criaturas, e não concede as fichas de monstros como em outros livros. O que é uma pena, mas entendível já que na verdade o livro é para ser um Suplemento e não uma aventura.

No geral o livro é muito bom, e deve proporcionar boas horas de aventura para mestres e jogadores.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Dungeon Command - Heart of Cormyr

Loucura de ano! Acabei ficando ocupado demais nos últimos tempos e tive que deixar meu blog um pouco de lado. Mas tudo organizado novamente e cá estou eu de volta. E nesse meio tempo um montão de novidades pra mim mostrar e atualizar aqui.

Como tenho muitas coisas pra mostrar é hora de arregaçar as mangas e começar. Eu sei que muitas coisas vocês já devem ter visto, mas ainda assim eu vou falar delas.

Vamos começar por Dungeon Command - Heart of Cormyr. Hoje vou falar apenas do produto. Sobre a mecânica do jogo em si, vou falar mais adiante em outro tópico.

Dungeon Command foi muito aguardado, pois foi especificamente o primeiro lançamento de miniaturas oficiais da Wizards of The Coast neste ano. O produto é um jogo de tabuleiro (boardgame) que usa miniaturas pré-pintadas. E permite que você comande exércitos de criaturas para enfrentar seus amigos.

Eu estava muito curioso para ter o produto em mãoes e ver exatamente como era e todo o potencial do mesmo, e devo dizer que apesar de cada um dos Dungeons Commmands ter como base o reaproveitamento de esculturas antigas, ele realmente surprende.

O box do jogo é feito de cartolina simples, com uma dobradura em forma de baú bem interessante, como sempre o ponto alto são as ilustrações da caixa, muito bacanas e favorecendo o tom púrpura do tema principal das miniaturas deste box.


Dentro da Caixa você vai encontrar muitas coisas interessantes.
Um manual de regras de 16 páginas, que explica o funcionamento do jogo, que é realmente muito simples.



Cartas de criaturas, doze mais precisamente, cada uma correspondente a uma miniatura do jogo. Todas ricamente ilustradas, e com o verso levemente diferente para ser fácil o reconhecimento delas em relação as outras cartas do jogo. 


Cartas de Ordem, são 36 cartas necessárias que definirão as ações, poderes, ataques, efeitos do jogo, ricamente ilustradas. Como se pode ver a cor marrom diferencia as cartas de criaturas das de ordem que usa um acinzentado de verso.


Cartas do Sistema de Aventuras D&D (D&D Adventure System) como são conhecidos os jogos de tabuleiro: Legends of Drizzt, Wrath of Ashardalon e Ravenloft. Ou seja suas miniaturas acabaram de se tornar válidas para jogar nestes outros jogos também, enriquecendo a experiência do jogo, ao adicionar novos encontros, eventos e monstros.


Falando rápidamente sobre a versatilidade que estas cartas agregam aos outros boardgames do Sistema de Aventuras, devo dizer que é um bom adendo. Dentro destas 12 cartas, temos 2 de monstros, oito de aliados (uma nova sistemática que pode ser implementado no jogo), 1 carta de evento e 1 carta de aventura. A de evento, adiciona os elementos de aliados ao jogo, e a de aventura apresenta uma regra rápida e fácil de implementação dos mesmos. Com certeza as mais legais são a adição das duas novas criaturas, o Earth Guardian e o Copper Dragon. 


68 marcadores, que ajudam a administrar o jogo, são 30 tokens de dano, 6 marcadores de baús de tesouro, 12 de tesouro, 4 de moral e liderança, 8 de identificação de criaturas e 8 de identificação de tokens. Todos vem acoplados em uma folha de Tile, igual a usada na série de Tiles da Wizards, sendo muito fácil de destacar.


Dois cards bem grandes, acompanham o box. São as cartas de Comandante. Distintas uma da outra apresentam dois personagens com habilidades, poderes e estatisticas diferentes uma da outra. Estas cartas ou comandantes influenciam a mecânica do jogo.


E quase finalizando o box, temos 4 cards de batalha, 2 grandes e 2 pequenos. São na verdade tiles encaixaveis com cenários frente e verso, um representando o interior de uma masmorra e outro representando uma área selvagem. Estes tiles se constituem em um adendo bem interessante, e podem ser moldados de diversas formas, possibilitando a criação de cenários variados.








Novamente aqui, quero que observem uma coisa. O sistema de encaixe. Este sistema de encaixe é compátivel com os tiles que acompanham os boardgames do sistema de aventuras. Com isto, estes tiles acrescentam funções extras para mestres e jogadores criativos. Pois é perfeitamente possivel por exemplo agora jogar qualquer um dos três boardgames do Adventure System (Ravenloft, Wrath of Ashardalon e Legends of Drizzt), com estas peças adicionais. Da mesma forma na mão de um mestre criativo, a criação de mapas para RPG também fica bem mais versátil. Veja as ilustrações a seguir onde criei uma pequena masmorra, usando os 4 tiles de batalha de Heart of Cormyr e uns poucos tiles adicionais de um dos boardgames do Adventure System. Desnecessário dizer o quanto isto pode enriquecer um jogo, seja ele o AS, este jogo de skirmisher ou de RPG.




E por fim, o box se completa com aquilo que eu mais gosto: Miniaturas. Doze miniaturas pré-pintadas. A maioria aproveita esculturas anteriores, pode-se dizer que 11 delas são reaproveitadas, sendo que apenas uma, a do Mago de Guerra (War Wizard) é realmente nova. Três destas miniaturas no entanto também fazem uma certa estréia. As miniaturas do Anão Clérigo, Meio-Orc Rufião e da Human Patrulheira, possuem sua primeira pintura oficial, já que suas esculturas já eram conhecidas, pois estas miniaturas fizeram suas estréias nos jogos de AS, mas não possuiam pinturas.



As miniaturas vem afixadas em uma box de plástico encaixável, deixando-as bem protegidas, e tendo um excelente local para guardá-las. Outra coisa bem bacana que eu achei neste box, é a diversidade das raças de personagens. Sendo um box perfeito, para os jogadores de RPG que queiram adquirir um box com personagens. A adição do Dragão de Cobre também é bem bacana, até porque, sinceramente, ele não me parece assim tão diferente de um dragão vermelho, e se você precisar de uma representação, para esta criatura sinceramente é uma miniatura perfeita pro papel.



Finalizando o texto de hoje, quero dizer que o box de Heart of Cormyr é realmente muito bacana. As miniaturas são muito bem pintadas, e todos os elementos que formam o box são realmente excelentes. Talvez o que mais me encomode é que as criaturas acabaram tendo o mesmo tom púrpura. Intencional é verdade, pois as criaturas do box representam um grupo de guerra da nação de Cormyr - muito conhecida nos mundos de RPG, especialmente entre os jogadores dos Reinos Esquecidos. Sobre o jogo e sua dinâmica, a isto vou me dedicar a outro dia, a única coisa que posso dizer sobre ele é o seguinte: brincadeira de criança. Minhas filhas adoraram, pena que eu tinha que ficar orientando e falando o que significavam os poderes a toda hora, no entanto é interessante ver como as ilustrações ajudam nesta hora. Como algumas cartas de ordem são repetidas, o simples olhar na ilustração, já faziam com que as pequenas identificassem a ação de imediato. Mas bem sobre o jogo, isto falamos noutro dia.